Valider Velho: Monte não resistirá, seus prefeitos vão acabar por destruí-la

Meu Deus! Onde está enterrado esse maldito sapo? Essa catiça, essa mandinga poderosa, essa praga de padre que condena uma cidade e seu povo a viver no mais profundo círculo do inferno urbano. Entra prefeito e sai prefeito, é o mesmo inferno das ruas esburacadas, do amontoado de lixo, da falta do emprego, da falta de  remédio e médicos. Da ameaça que vem de ruas escuras, das doenças de pombos, dos mosquitos da dengue, da febre amarela e, mais recentemente, da leishmaniose. Isso porque nos governa um prefeito médico, que substituiu um prefeito que se julgava médico, mas que é apenas um leigo ignorante  completo em qualquer matéria. São duas nulidades na prefeitura e uma não supera a outra por ser a nulidade o nada absoluto.

Livrai- nos, Senhor! O que os antecederam não foi uma nulidade, embora tenha outros defeitos superlativos. Não significa dizer que os dois referidos não os tenham também. Pelo dito “me digas com andas … o atual dá mostras de querer superá-lo.

A única vantagem do antigo em relação aos dois patetas que o sucederam é o physique du rôle. Se parece com prefeito,  tem porte e garbo que a solenidade do cargo, se não exige (afinal, prefeito é escolhido no voto e não em passarela), recomenda boa figura. Por sinal, falando em elegância, anteriormente, não tivemos primeira dama para efeito comparativo, a atual é bem brega, embora a decoração de Natal ficou, dizem a seu cargo, até bonitinha.

Mas não pretendo me perder em esteticismo, diante dos horrores manifestos por todos os cantos da cidade, em que se trocam prefeitos  que se revelam lesmas lerdas e tudo fica na mesma merda, conforme atestam as fotos (as mesmas de ontem só agravadas pelo tempo) abaixo.

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