Antonio Carlos Chiavenato Filho: Acredita ou não?

Se, você manipulasse constantemente um veneno, sabendo que ele é altamente letal, teria a coragem de fazer dele, um refresco? E, se você fosse um religioso que sempre lesse  livros acreditando que são palavras ditas por Deus, faria algo ao contrário do que elas dizem? Lógico, que as respostas seriam o não. Então, como acreditar nos religiosos que dizem acreditarem em Deus, aos vê-los fazendo tudo ao contrário do que leem? Como, aqueles religiosos que juntam-se, inclusive o chefão, com os políticos inescrupulosos para surrupiarem espaços públicos para construírem as igrejas deles e, em nome delas, fazem politicagens, comercializam jogos de azar, bebidas alcóolicas, frango assados, batatas fritas, gados, objetos sagrados, milagres, graças e bênçãos. Além, de perturbarem o sossego da vizinhança, sem nenhuma complacência, com estouros de rojões, mesmo sabendo que é proibido pelas leis dos homens.

Paulo, convocado para ser apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, escreveu: “Ao contrário de muitos, não negociamos a palavra de Deus visando ao lucro; antes, em Cristo falamos diante de Deus com sinceridade, como homens enviados por Deus” (2 Coríntios, 2:17). Essas igrejas conseguidas até por atos de falsidades ideológicas, não é a de Deus. Essas igrejas e outras existem pelo fato da palavra, “Igreja”, ter sido blasfemada pelas instituições e pessoas que apoderaram-se dela e, que na verdade, são os maus lavradores presentes e ativos até hoje, que mataram o dono da vinha e tomaram para si a administração do negócio (Lucas 20:1-47). “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, aí estou Eu no meio deles”. (Mateus, 18:20).

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