Depois de turnê europeia, Tiro Williams faz show de rock, nesta sexta, em Monte Aprazível

Banda vai apresentar o mesmo repertorio que tocou na Inglaterra, Bélgica, França, Suíça, Alemanha e Holanda

 

Depois de retornar da turnê no mês passado por seis países da Europa, a Banda Trio Williams traz o mesmo som para a região. Ela se apresenta no Centro Cultural de Monte Aprazível, no dia 10, sexta-feira, às 21h. O ingresso é gratuito e o baterista Marco Padovez estimula o público a exercitar a generosidade levando alimentos para o Fundo Social do município.

Marco, que é nascido em Macaubal, tem avós em Poloni e pais morando em Monte Aprazível, onde estudou no Colégio Dom Bosco, estimula o público a bem mais que isso, ele intima a população, em especial, “roqueiros e cowboys” a assistirem.  “Estamos muito felizes de levar o mesmo show com o qual rodamos a Europa para Monte Aprazível.  O Show é gratuito, esperamos que a população compareça. Eu, particularmente, fico muito feliz de tocar perto da família e dos amigos e acho que as pessoas do interior vão adorar o show e se juntarem nesta aventura Country-Rock que vamos viver no dia 10.    Admiro muito o trabalho do seu Elieser Justino e do Wolferson Arruda (assessor de cultura e diretor de palco )e fico muito honrado de finalmente poder levar um trabalho do qual faço parte para o palco do teatro de Monte Aprazível.” 

Marco, depois de várias experiências musicais, incluindo A Noite Undergound, um festival de rock que ajudou a criar em Macaubal e do qual participa todos os anos, está no Trio Williams & The Wild Cowboy desde 2016. “Este é um projeto que nasceu de outra banda, a Fabulous Bandits, da qual também faço parte. Nasceu da inquietação artística do meu irmão de alma “Tiro Williams”, que tinha muitas ideias na cabeça que não se encaixavam na Fabulous Bandits e recrutou-me e outros músicos para acompanhá-lo, formando os Wild Cowboys. Com esta formação já tocamos em muitas cidades de quatro estados diferentes: São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, além da turnê Europeia.”

O baterista voltou entusiasmado do giro europeus em seus países e 28 shows em cidade como Lyon, Londres, Bruxelas, Genebra, Eindhoven, Hamburgo, Bremen, e outras pequenas e desconhecidas. Para Marco, não é o tamanho do palco e do público que importa, é “uma questão de sonoridade”.

A recepção aos shows, de maneira geral, segundo ele,  foi maravilhosa. “Tocamos em pubs, casas de show e em festivais grandes.  Nos festivais a experiência de trocar figurinhas com bandas de muitos outros países foi inesquecível, eu diria que a maior herança que trouxemos. Em alguns festivais, tivemos a oportunidade de tocar no mesmo palco de bandas e artistas dos quais somos fãs, além de tomar cerveja (sem milho) com eles”, se diverte.

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