Comércio da rua teme desabamento e queda nas vendas

O rompimento de uma adutora da Sabesp na Rua Brasil, principal centro comercial de Monte Aprazível, na sexta-feira da semana passada danificou o asfalto e deixou preocupados moradores e comerciantes que esperam que autoridades municipais e Sabesp tomem providências para definir os riscos, já que temem danos às estruturas dos prédios e outros temem efeitos ainda mais sinistros como desabamentos e prejuízos, já que há rumores de que motoristas estão evitando transitar pela rua, o que dificultaria as vendas do comércio..

A comerciante Karina Maia diz estar preocupada com o problema que, segundo ela, se agrava mais a cada dia. “Os sulcos no asfalto aumentam a cada dia e o meu medo é abalar a estrutura dos prédios. Nossa preocupação é saber como está por baixo do asfalto porque não para de ceder, cede mais a cada dia”.

Ela diz que o fechamento da rua durante o reparo não lhe causou prejuízo financeiro porque embora a rua tenha permanecido interditada durante todo o dia os clientes que tinham que ir a loja foram a pé, mas ela teme por prejuízos a partir de agora porque diz que tem clientes evitando passar na rua com medo que o carro desabe no asfalto que está afundando.

Tuta Galouro é morador do trecho da rua afetada e diz que o vazamento da adutora causou enorme preocupação. “O vazamento provocou um leito debaixo do paralelepípedo e do asfalto danificando a rua num trecho de 100 metros. Agora as casas estão tremendo em razão do afundamento do asfalto que se agrava a cada dia. Se não tomarem providências urgentes vai danificar as casas também, além do asfalto, podendo haver até desabamento de casas e prédios já que são muito antigos, construídos a base de barro. Autoridades municipais e a Sabesp tem que arrancar o asfalto urgente, compactar a terra e pavimentar de novo”, diz.
Tuta diz que como não se sabe o que há debaixo do asfalto, as pessoas imaginam até a possibilidade de carros, caminhões e motos serem engolidos por crateras “e quem pode garantir que isso não vai ocorrer?”

Carmem Lúcia Alcazas Martin também se preocupa com o afundamento do asfalto. “É nítido o afundamento do asfalto a cada dia que passa e tem gente evitando passar pela rua com medo dela desabar”.

Jéssica Fachin Longo, da Loja Longo, também se diz preocupada com o problema que julga estar demorando para ser sanado. “A lentidão para resolver esse problema atrapalha todo o comércio, esperamos que isso seja resolvido o mais rápido possível para não ocasionar prejuízos futuros piores”.

Jéssica diz que a interdição da rua para reparo causou prejuízo à loja, “pois o trânsito ficou parado, o que ocasionou diminuição no fluxo de pessoas na loja”.
Marcelo Macedo Filho também está preocupado com o afundamento da Rua Brasil e com a demora no reparo dela. “A cada dia que passa a rua afunda mais e a gente não vê providências sendo tomadas. Já tivemos prejuízo com o fechamento da rua para reparo, mas o prejuízo pode ser ainda maior se afetar a estrutura dos prédios”, conclui.

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